Baldur’s Gate 3 agrada e tem tudo para ser um sucesso

A primeira vez que coloquei as mãos em Dungeons & Dragons foi em 1993. Aquela edição em português, lançada pela Grow, com um tabuleiro gigante e repleta de livros de regras e aventuras. Minha juventude foi se divertindo com o jogo, comprando expansões e passando betume em réplicas de anões, orcs e dragões. 

Cá estamos, em 2020. Os jogos de tabuleiros viraram sagas nos videogames, como a série Baldur’s Gate. Chegamos à terceira edição dessa história, desta vez desenvolvida pela Larian. Uma empresa que até há alguns anos era modesta e tinha-se destacado pelo excelente Divinity: Original Sin 2. A paixão dos belgas por D&D não os intimidou. Bateram na porta da Wizards of the Coast e pediram para fazer a continuação de um dos games mais idolatrados pelos fãs de cRPG (Computer Role Play Game).

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