Covas: Prefeitura de São Paulo não ampliará flexibilização na educação

'Não é o momento de ampliar a flexibilização', diz Covas
'Não é o momento de ampliar a flexibilização', diz Covas Reprodução

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, anunciou na manhã desta quinta-feira (19) que não haverá ampliação da flexibilização da rede municipal de educação.

“Não é o momento de ampliar a flexibilização. Vamos manter o ensino médio aberto e, para o ensino fundamental, a autorização das atividades extracurriculares”, disse Covas, que afirmou que também “não há nenhuma necessidade de retroceder na flexibilização que já foi feita na cidade”.

A capital paulista, prosseguiu o prefeito, seguirá “no mesmo estágio, com as mesmas atividades abertas e o mesmo protocolo” em relação à prevenção durante a pandemia de covid-19.

Taxa de ocupação de leitos e quantidade de internados sobem

Nas últimas semanas, houve um aumento da média móvel semanal da taxa de ocupação dos leitos de UTI para covid-19 e na média móvel de internados (em UTIs e enfermarias) pela doença.

Como informou o secretário municipal de saúde, Edson Aparecido, a média móvel semanal de internados havia aumentado 5% entre os dias 28 de outubro e 6 de novembro, apresentou leve queda no dia 7 e, no período mais recente, um novo crescimento – em torno de 5 e 7% - entre os últimos dias 15 e 16.

Em relação aos leitos ocupados, informou Bruno Covas, também houve aumento. Até esta quinta (19), 45% dos leitos UTI e 61% de leitos de enfermaria da rede pública estavam ocupados. E, na rede privada, 76% dos leitos de UTI estavam ocupados.

De acordo com Aparecido, a elevação se deu pelo aumento de casos nas classes A e B, em bairros de maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), ocasionando num aumento de internações sobretudo na rede privada de hospitais.

Movimentos migratórios de aglomerações em bares, festas e também em domicílios, segundo o secretário, também teriam influenciado nas maiores taxas.

 

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